Com teatro, dança e atividades, Circuito Sesc de Artes visita o Parque Municipal Benedito Bueno de Morais

Desembarcando em 122 municípios de São Paulo com mais de 760 atividades, o circuito fez sua 61ª parada em Franco da Rocha

No último sábado (11), o Parque Municipal Benedito Bueno de Morais foi recheado por atividades e entretenimento. Ao fazer sua oitava parada em Franco da Rocha, o Circuito Sesc de Artes forneceu apresentações de dança e teatro, e deu a oportunidade à população de colocar a mão na massa nas produções artísticas.

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A atual edição do projeto desembarca em 122 municípios de São Paulo com mais de 760 atividades entre os meses de abril e maio. Com visitas ao litoral, interior e capital paulista, a programação está dividida com 12 roteiros em seis finais de semana.

Em sua 61ª parada, o circuito chegou no município em uma parceria do Sesc Osasco com a Secretaria Municipal Adjunta de Cultura, com seis atrações para as quatro horas de evento, suficientes para divertir quem passava pelo parque da cidade. 

O grupo de artes Quisco Cultural organizou atividades para que o público explorasse a técnica da serigrafia e realizasse a impressão da sua própria gravura. Nomeado como “Ateliê serigráfico: árvores paulistas”, a dinâmica sugeriu que os pequenos utilizassem imagens de árvores e folhas que pertencem ao bioma do estado de São Paulo e as personalizassem da forma que quisessem.

Já em outra tenda, as crianças puderam se divertir na criação de silhuetas articuladas que, em seguida, tornaram-se os personagens do teatro de sombras. Sob orientação do grupo de arte-educadoras liderado pela artista visual Leila Monségur, a dinâmica foi uma oportunidade para os pequenos artistas usarem a imaginação.

Com uma energia mais calma e relaxante, o Coletivo Cafuzas realizou a leitura de contos infantojuvenis sobre a natureza e a importância da preservação ambiental seguindo o tema “Rio que conta e canta”.

Instalado entre as demais tendas, o cantinho musical da DJ K-Mina alegrava o espaço com os sets de hits nacionais e internacionais de samba rock, afrobeat, pop e hip-hop, garantindo um som ambiente cativante durante o circuito.

Na hora de colocar o corpo para mexer, o coletivo Elektras Boogie entrou em cena. Sob uma pista de dança personalizada, as cinco artistas chamaram a atenção do público com seu carisma e talento. As representantes do popping, uma vertente das danças urbanas, envolveram os espectadores com os movimentos de robot, animation, wave e outros estilos.

Para encerrar a viagem, o espetáculo “Músicas em Pararatimbum” finalizou o evento com chave de ouro. Os onze atores do grupo “Os Geraldos” apresentaram a história de uma princesa que bane qualquer tipo de som em seu reino e após perceber os impactos dessa decisão, inicia sua aventura no mundo das notas musicais.

Texto e foto: Lívia H. Magalhães


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